Vitalik Buterin Argues Ethereum’s Biggest Use Case Is Data Availability

bitcoinistPublicado em 2026-03-13Última atualização em 2026-03-13

Resumo

Vitalik Buterin argues that Ethereum's primary value is not smart contracts or payments, but its role as a censorship-resistant "public bulletin board" for data availability. This foundational layer is critical for cryptographic systems like secure voting and version control. Buterin highlights scaling solutions like PeerDAS, which significantly boost data capacity, positioning Ethereum as key infrastructure for a broader, privacy-preserving internet. While payments and smart contracts remain important, they are secondary, often serving anti-spam or security functions. He concludes that Ethereum is best understood as "global shared memory" and that current low fees and improved tooling make this vision more achievable than ever.

Ethereum co-founder Vitalik Buterin says the network’s clearest value proposition may not be smart contracts or payments, but something more foundational: acting as a censorship-resistant public data layer. In a post reflecting on conversations at Real World Crypto and related events, Buterin argued that stepping outside “blockchain baggage” makes ETH’s core utility easier to see.

“I was recently at Real World Crypto (that’s crypto as in cryptography) and the associated side events, and one thing that struck me was that it was a clarifying experience in terms of understanding what blockchains are for,” Buterin wrote. “We blockchain people (myself included) often have a tendency to start off from the perspective that we are Ethereum, and therefore we need to go around and find use cases for Ethereum.”

Ethereum’s Core Value Starts With A ‘Public Bulletin Board’

His point was less about defending Ethereum as a brand than re-evaluating it as infrastructure. “For a moment, let us forget that we are ‘the Ethereum community’. Rather, we are maintainers of the Ethereum tool,” he wrote, asking where the network adds value when viewed with “zero attachment to Ethereum specifically.”

The first answer, he said, is “not what you think.” It is “not smart contracts, it’s not even payments,” but what cryptographers call a “public bulletin board”, a publicly readable and writable place to post data blobs. That matters because a range of cryptographic systems, including secure online voting, software and website version control, and certificate revocation, depend on exactly that kind of shared infrastructure.

“This does not require any computation functionality,” Buterin wrote. “In fact, it does not directly require money, though it does indirectly require money, because if you want permissionless anti-spam it has to be economic. The only thing it fundamentally requires is data availability.”

That framing leads directly to Ethereum’s recent scaling work. Buterin highlighted PeerDAS, which he said increased Ethereum’s data availability capacity by 2.3x, with a roadmap to push that another 10x to 100x higher. In his telling, that makes Ethereum increasingly relevant not just for onchain finance, but for a broader class of open, privacy-preserving internet infrastructure.

Payments still matter, but as a secondary layer in the stack. Buterin argued that many systems need value transfer not primarily for commerce, but for anti-spam, sybil resistance, and machine-to-machine coordination. He pointed to Ethereum plus ZK payment channels as a strong design for permissionless APIs, and said ETH can serve as a “natural backstop” for applications that want to resist fake-account abuse without relying on phone numbers or other centralized identity rails.

Smart contracts come after that. Here, Buterin described them as useful for security deposits, for implementing constructs like ZK payment channels, and for managing pointers to “digital objects” tied to socially recognized external entities. Technically, he said, most non-ETH use cases could be handled by treating the chain as a bulletin board and using ZK-SNARKs for computation off-chain. In practice, though, standardizing that model is difficult, and shared execution remains the more interoperable route.

The broader claim is that Ethereum works best when understood as “global shared memory” inside a decentralized software stack. Buterin suggested adoption may still lag that reality because many builders are operating with outdated assumptions from 2020 to 2022, when fees were far higher and scaling looked less mature. Today, he argued, fees are “extremely low,” the roadmap is stronger, and tooling to shield users from fee volatility has improved.

At press time, ETH traded at 2,110.

ETH must break the 0.382 Fib, 1-week chart | Source: ETHUSDT on TradingView.com

Perguntas relacionadas

QWhat does Vitalik Buterin argue is Ethereum's clearest value proposition according to the article?

AVitalik Buterin argues that Ethereum's clearest value proposition is not smart contracts or payments, but acting as a censorship-resistant public data layer, which cryptographers call a 'public bulletin board'.

QWhat specific Ethereum scaling solution did Buterin highlight, and by how much did it increase data availability capacity?

AButerin highlighted PeerDAS, which he said increased Ethereum's data availability capacity by 2.3x, with a roadmap to push that another 10x to 100x higher.

QAccording to Buterin, what is the primary purpose of value transfer (payments) in many systems built on Ethereum?

AButerin argued that many systems need value transfer not primarily for commerce, but for anti-spam, sybil resistance, and machine-to-machine coordination.

QHow does Buterin describe the role of smart contracts in the context of Ethereum's primary use case?

AButerin described smart contracts as useful for security deposits, implementing constructs like ZK payment channels, and managing pointers to 'digital objects', but positioned them as coming after the core data availability function.

QWhat reason does Buterin suggest for why adoption of Ethereum's current capabilities might be lagging?

AButerin suggested adoption may lag because many builders are operating with outdated assumptions from 2020 to 2022, when fees were far higher and scaling looked less mature, despite current low fees and a stronger roadmap.

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Agent S: O Futuro da Interação Autónoma no Web3 Introdução No panorama em constante evolução do Web3 e das criptomoedas, as inovações estão constantemente a redefinir a forma como os indivíduos interagem com plataformas digitais. Um projeto pioneiro, o Agent S, promete revolucionar a interação humano-computador através do seu framework aberto e agente. Ao abrir caminho para interações autónomas, o Agent S visa simplificar tarefas complexas, oferecendo aplicações transformadoras em inteligência artificial (IA). Esta exploração detalhada irá aprofundar-se nas complexidades do projeto, nas suas características únicas e nas implicações para o domínio das criptomoedas. O que é o Agent S? O Agent S é um framework aberto e agente, especificamente concebido para abordar três desafios fundamentais na automação de tarefas computacionais: Aquisição de Conhecimento Específico de Domínio: O framework aprende inteligentemente a partir de várias fontes de conhecimento externas e experiências internas. Esta abordagem dupla capacita-o a construir um rico repositório de conhecimento específico de domínio, melhorando o seu desempenho na execução de tarefas. Planeamento ao Longo de Longos Horizontes de Tarefas: O Agent S emprega planeamento hierárquico aumentado por experiência, uma abordagem estratégica que facilita a decomposição e execução eficientes de tarefas intrincadas. Esta característica melhora significativamente a sua capacidade de gerir múltiplas subtarefas de forma eficiente e eficaz. Gestão de Interfaces Dinâmicas e Não Uniformes: O projeto introduz a Interface Agente-Computador (ACI), uma solução inovadora que melhora a interação entre agentes e utilizadores. Utilizando Modelos de Linguagem Multimodais de Grande Escala (MLLMs), o Agent S pode navegar e manipular diversas interfaces gráficas de utilizador de forma fluida. Através destas características pioneiras, o Agent S fornece um framework robusto que aborda as complexidades envolvidas na automação da interação humana com máquinas, preparando o terreno para uma infinidade de aplicações em IA e além. Quem é o Criador do Agent S? Embora o conceito de Agent S seja fundamentalmente inovador, informações específicas sobre o seu criador permanecem elusivas. O criador é atualmente desconhecido, o que destaca ou o estágio nascente do projeto ou a escolha estratégica de manter os membros fundadores em anonimato. Independentemente da anonimidade, o foco permanece nas capacidades e no potencial do framework. Quem são os Investidores do Agent S? Como o Agent S é relativamente novo no ecossistema criptográfico, informações detalhadas sobre os seus investidores e financiadores não estão explicitamente documentadas. A falta de informações disponíveis publicamente sobre as fundações de investimento ou organizações que apoiam o projeto levanta questões sobre a sua estrutura de financiamento e roteiro de desenvolvimento. Compreender o apoio é crucial para avaliar a sustentabilidade do projeto e o seu impacto potencial no mercado. Como Funciona o Agent S? No núcleo do Agent S reside uma tecnologia de ponta que lhe permite funcionar eficazmente em diversos ambientes. O seu modelo operacional é construído em torno de várias características-chave: Interação Humano-Computador Semelhante: O framework oferece planeamento avançado em IA, esforçando-se para tornar as interações com computadores mais intuitivas. Ao imitar o comportamento humano na execução de tarefas, promete elevar as experiências dos utilizadores. Memória Narrativa: Utilizada para aproveitar experiências de alto nível, o Agent S utiliza memória narrativa para acompanhar os históricos de tarefas, melhorando assim os seus processos de tomada de decisão. Memória Episódica: Esta característica fornece aos utilizadores orientações passo a passo, permitindo que o framework ofereça suporte contextual à medida que as tarefas se desenrolam. Suporte para OpenACI: Com a capacidade de funcionar localmente, o Agent S permite que os utilizadores mantenham o controlo sobre as suas interações e fluxos de trabalho, alinhando-se com a ética descentralizada do Web3. Fácil Integração com APIs Externas: A sua versatilidade e compatibilidade com várias plataformas de IA garantem que o Agent S possa integrar-se perfeitamente em ecossistemas tecnológicos existentes, tornando-o uma escolha apelativa para desenvolvedores e organizações. Estas funcionalidades contribuem coletivamente para a posição única do Agent S no espaço cripto, à medida que automatiza tarefas complexas e em múltiplos passos com mínima intervenção humana. À medida que o projeto evolui, as suas potenciais aplicações no Web3 podem redefinir a forma como as interações digitais se desenrolam. Cronologia do Agent S O desenvolvimento e os marcos do Agent S podem ser encapsulados numa cronologia que destaca os seus eventos significativos: 27 de Setembro de 2024: O conceito de Agent S foi lançado num artigo de pesquisa abrangente intitulado “Um Framework Agente Aberto que Usa Computadores como um Humano”, mostrando a base para o projeto. 10 de Outubro de 2024: O artigo de pesquisa foi disponibilizado publicamente no arXiv, oferecendo uma exploração aprofundada do framework e da sua avaliação de desempenho com base no benchmark OSWorld. 12 de Outubro de 2024: Uma apresentação em vídeo foi lançada, proporcionando uma visão visual das capacidades e características do Agent S, envolvendo ainda mais potenciais utilizadores e investidores. Estes marcos na cronologia não apenas ilustram o progresso do Agent S, mas também indicam o seu compromisso com a transparência e o envolvimento da comunidade. Pontos-Chave Sobre o Agent S À medida que o framework Agent S continua a evoluir, várias características-chave destacam-se, sublinhando a sua natureza inovadora e potencial: Framework Inovador: Concebido para proporcionar um uso intuitivo de computadores semelhante à interação humana, o Agent S traz uma abordagem nova à automação de tarefas. Interação Autónoma: A capacidade de interagir autonomamente com computadores através de GUI significa um avanço em direção a soluções computacionais mais inteligentes e eficientes. Automação de Tarefas Complexas: Com a sua metodologia robusta, pode automatizar tarefas complexas e em múltiplos passos, tornando os processos mais rápidos e menos propensos a erros. Melhoria Contínua: Os mecanismos de aprendizagem permitem que o Agent S melhore a partir de experiências passadas, aprimorando continuamente o seu desempenho e eficácia. Versatilidade: A sua adaptabilidade em diferentes ambientes operacionais, como OSWorld e WindowsAgentArena, garante que pode servir uma ampla gama de aplicações. À medida que o Agent S se posiciona no panorama do Web3 e das criptomoedas, o seu potencial para melhorar as capacidades de interação e automatizar processos significa um avanço significativo nas tecnologias de IA. Através do seu framework inovador, o Agent S exemplifica o futuro das interações digitais, prometendo uma experiência mais fluida e eficiente para os utilizadores em diversas indústrias. Conclusão O Agent S representa um ousado avanço na união da IA e do Web3, com a capacidade de redefinir a forma como interagimos com a tecnologia. Embora ainda esteja nas suas fases iniciais, as possibilidades para a sua aplicação são vastas e cativantes. Através do seu framework abrangente que aborda desafios críticos, o Agent S visa trazer interações autónomas para o primeiro plano da experiência digital. À medida que avançamos mais profundamente nos domínios das criptomoedas e da descentralização, projetos como o Agent S desempenharão, sem dúvida, um papel crucial na formação do futuro da tecnologia e da colaboração humano-computador.

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